sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Hora de dizer Tchau!


Despedidas sempre me incomodaram! Quantas pessoas passam por nossas vidas diariamente? Quantas vem e vão? Será que nos lembraremos sempre delas? Aquelas que nos são raras, que nos deixam marcas profundas de amor, amizade, sinceridade, carinho, alegria, despojamento, solidariedade, sempre terão um lugar especial em nosso coração. Mas as despedidas são necessárias para o nosso crescimento, virão lágrimas, claro que sim, pois a saudade é algo que machuca e conforta ao mesmo tempo. Mas virão também, os reencontros que são maravilhosos, cheios de ternura, de emoção, de palavras fartas de sentimentos. Na verdade, algumas despedidas, são somente um Até logo! e não um Adeus! O importante é estarmos sempre dispostos a deixar as pessoas seguirem seus caminhos, e procurar conhecer pessoas novas, que também nos serão gratas um dia pela amizade. A amizade é uma forma de amor, só que sem sexo. Abrir-se ao novo é sempre difícil, pois temos medo do desconhecio, porém depois que passa a primeira impressão, aí sim, vem a motivação para continuar uma amizade verdadeira e positiva. Quantos já não passaram por nossas vidas e quantos não voltaram? Existem pessoas merecedoras de Oscars pela intensidade com que conquistam nossos corações, e meus alunos (atuais ou ex) sabem o quanto são importantes na minha vida, pois fizeram de mim, uma pessoa melhor a cada dia que estive e aprendi com eles. Haverão lágrimas? Sim! Mas serão de saudades, de momentos vividos e que jamais serão esquecidos, pois o que marca realmente nossa alma, é aquele afeto verdadeiro e puro. Obrigada por vocês existirem! Até Logo!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Empty Garden (Jardim vazio!)


É tão assustador o que sinto. Me percebo ansiosa, buscando seu olhar, seu sorriso, seu toque, e ainda assim nada! Sua distância tem me incomodado um pouco, sei que é necessário, pois todos temos nossos momentos de solidão. Mas porque? O que foi que eu fiz? Apenas olhei-te e amei-te. É difícil entender o coração...Sorrio e tremo ao mesmo tempo, quando de repente te encontro e sem perceber, me vejo te contando coisas de minha vida, que me são muito particulares, que poder é esse que me domina? Quanto tempo faz que te conheço? Dois meses? Mais? Parece que viemos de outra encarnação, temos tanto em comum e ao mesmo tempo, nada. Nossas afinidades, também são nossos desafios. Me preocupo, pois temo a hora da separação, porque ela vai chegar, eu sei disso. Talvez, ela doa mais em mim do que em ti. Talvez, continuemos a nos falar, a nos ver, a sermos amigos, ou apenas conhecidos, e mesmo assim, uma sombra se põe sobre mim ao imaginar sua ausência. Nosso companheirismo, nossas risadas, nossas piadinhas, mesmo as sem graça, os sorvetes tomados ao final do dia, enfim, tantas lembranças que já vou guardando como um tesouro e não quero dividir com ninguém. Escrevo aqui, pois acredito na inocência do olhar, do poema, da canção, da solidariedade, do carinho despojado, da amizade conquistada. Sim, a amizade é uma forma de amor, e é nisso que vou me apegar, depois que você se for. Até breve!